Há mais de um século a Igreja Presbiteriana do Brasil tem sido abençoada por mulheres que se associam com um só propósito: auxiliar a liderança da Igreja a desenvolverem atividades que honrem e glorifiquem a Deus e abençoem ao próximo. Esta sociedade foi denominada Sociedade Auxiliadora Feminina, ou SAF.
Com mais de um século de existência a SAF não sofre dos problemas naturais da idade, porque se renova, se transforma, se aperfeiçoa e busca no Senhor a multiplicação do vigor. Desenvolvendo atividades como beneficência e evangelização, passando pela ornamentação da Igreja e alimentação que tantos prazeres nos proporcionam, educando as jovens e até mesmo as não tão jovens a servirem ao Senhor com alegria, disposição e reverente temor.
Uma Igreja que possui uma SAF ativa e atuante é uma Igreja abençoada. Abençoados são os líderes que podem contar com o denodo e o empenho destas irmãs. Lamentavelmente há os que querem substituir as sociedades auxiliadoras por “ministérios” que envolvem outra visão eclesiástica e outros objetivos - e muitas vezes o objetivo é só fazer diferente - ainda que o igual esteja sendo uma bênção para a Igreja.
Uma palavra às jovens: a SAF não é uma sociedade de senhoras (especialmente quando esta palavra traz a conotação de mais idade). A SAF é uma sociedade feminina, não havendo impedimento para nenhuma mulher ser uma bênção entre outras mulheres e para a Igreja - aliás, fica aqui o convite às jovens da Igreja: venham conhecer a SAF. Na SAF cabem senhoritas, jovens senhoras, senhoras mais experimentadas e anciãs. As SAFs pelo Brasil tem sócias de 12, 13 anos e também de 90, 100 anos. Não há limite mínimo ou máximo para ser membro da SAF - a única exigência é feminilidade, consagração ao Senhor e desejo de servi-lo com dedicação e alegria.
A SAF precisa mudar? Sim, claro que precisa. O lema da Igreja reformada, “fides reformata, ecclesia reformanda”, fala de uma fé reformada, mas de uma Igreja que se adapta aos tempos sem perder a base bíblica. Também as SAFs (e as demais sociedades internas) - mas sempre com o objetivo de glorificar ao Senhor. Vem ser uma bênção você também.
Com mais de um século de existência a SAF não sofre dos problemas naturais da idade, porque se renova, se transforma, se aperfeiçoa e busca no Senhor a multiplicação do vigor. Desenvolvendo atividades como beneficência e evangelização, passando pela ornamentação da Igreja e alimentação que tantos prazeres nos proporcionam, educando as jovens e até mesmo as não tão jovens a servirem ao Senhor com alegria, disposição e reverente temor.
Uma Igreja que possui uma SAF ativa e atuante é uma Igreja abençoada. Abençoados são os líderes que podem contar com o denodo e o empenho destas irmãs. Lamentavelmente há os que querem substituir as sociedades auxiliadoras por “ministérios” que envolvem outra visão eclesiástica e outros objetivos - e muitas vezes o objetivo é só fazer diferente - ainda que o igual esteja sendo uma bênção para a Igreja.
Uma palavra às jovens: a SAF não é uma sociedade de senhoras (especialmente quando esta palavra traz a conotação de mais idade). A SAF é uma sociedade feminina, não havendo impedimento para nenhuma mulher ser uma bênção entre outras mulheres e para a Igreja - aliás, fica aqui o convite às jovens da Igreja: venham conhecer a SAF. Na SAF cabem senhoritas, jovens senhoras, senhoras mais experimentadas e anciãs. As SAFs pelo Brasil tem sócias de 12, 13 anos e também de 90, 100 anos. Não há limite mínimo ou máximo para ser membro da SAF - a única exigência é feminilidade, consagração ao Senhor e desejo de servi-lo com dedicação e alegria.
A SAF precisa mudar? Sim, claro que precisa. O lema da Igreja reformada, “fides reformata, ecclesia reformanda”, fala de uma fé reformada, mas de uma Igreja que se adapta aos tempos sem perder a base bíblica. Também as SAFs (e as demais sociedades internas) - mas sempre com o objetivo de glorificar ao Senhor. Vem ser uma bênção você também.

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